segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Saudosa infância!


               A vida das crianças tem mudado. Na minha infância a gente brincava de pega-pega, de rouba-bandeira, queimada, alerta cor, amarelinha...e por aí vai. Brincadeiras dinâmicas, que envolvem grandes grupos, divertidas! Hoje em dia vemos crianças grudadas em TV's jogando video games com jogos cada vez mais precoces pra suas idades, ou batendo papo no msn, colocando fotos no orkut, tornando a infância que era pra ser REAL, virtual! Expondo suas vidas nesse mundão perigoso que é a internet, sem se dar conta disso.

               A maioria dos pais nem se preocupa por acreditar que isso é realmente uma mudança do mundo inteiro, que é natural, e que é algo que deve ser acompanhada sem maiores medos. Acho que o lado bom da infância, o de não se preocupar com nada, de brincar no meio da rua, se sujar sem culpa tem se perdido com o tempo... eu, sinceramente, olho pras crianças de hoje e sinto pena por elas não estarem vivendo da mesma forma que eu vivi. Tenho a impressão de que eu era mais feliz do que elas são hoje e de que, mesmo com brincadeiras aparentemente fúteis, eu aprendia muito mais sobre a vida...

Aqui na rua da casa que to na praia, tem MUITA criança. Hoje a tarde, enquanto eu tentava dormir, 3 delas corriam pra um lado e pro outro, gritavam, brincavam de se esconder, e eu achei isso curioso. Tudo bem que primeiramente deu vontade de amarrá-las num poste com um esparadrapo na boca porque a gritaria tava me irritando. Mas depois me deixei levar pela nostalgia de ver todas as minhas brincadeiras da infância sendo revividas... Ainda existe infância feliz! Através de cantigas e brincadeiras das mais tradicionais essas crianças me mostraram que é possível viver o que se quer, não precisando perder a magia das coisas com a mudança do mundo em volta! Afinal, ser feliz é uma escolha!

domingo, 30 de janeiro de 2011

Oh yeah!

Num post anterior - "Pane no sistema" - eu falei sobre a parte falha da tecnologia. Mas, hoje, quero falar de seu lado bom. Estou no litoral sul de Alagoas, praia de Pontal do Peba, que contém um povoado composto em sua maioria por pescadores da própria região. Tudo bem que não foi fácil...mas eu consegui achar sinal de internet 3G! E sinal da vivo, que é relativamente nova aqui no estado.
Pra não deixar de postar no blog, fiquei pra cima e pra baixo na rua em que estou, andando de pijama de oncinha com o note nas mãos...podem rir, que dessa vez eu deixo. kkkkkkkkkk

A bateria tá acabando...7%... e eu não consigo raciocinar alguma coisa boa. Meu pai tá sentado aqui na frente vigiando pra que ninguém me roube. E é isso aí. Num existem os ossos do ofício? Esses são os ossos do vício!

Até amanhã. (caso eu consiga achar sinal de novo)

sábado, 29 de janeiro de 2011

O amor mudou?

Tenho reparado que os relacionamentos amorosos tem se tornado cada vez mais passageiros, o que é lamentável! O que as pessoas esperam de seus parceiros? Pelo que se tem visto, mais do que se pode oferecer ou do que é viável...
É um troca-troca de namorados - ficantes, amantes,aderentes... - infindável! Aonde foram parar os grandes amores, as loucas paixões? O amor mudou?


Outra coisa que reparei é a questão do casamento. Vemos constantemente casais que passam anos namorando felizes da vida e que, quando casam, logo separam. Talvez a cultura, pelo menos aqui no Brasil, tenha transformado o termo CASAMENTO em um selo de prazo de validade. Como se o casamento fosse algo que mais cedo ou mais tarde vai estragar a relação, ficar podre. São os "relacionamentos da modernidade", como dizem por aí!

Acredito que a relação deve ser mantida até quando fizer bem aos lados envolvidos. Estar por estar não faz sentido. O sentido real de um relacionamento é quando este dá sentido a vida do casal. Acredito na premissa de que o amor é um sentimento sublime, acima de qualquer tradição, qualquer cultura, qualquer incoerente modernidade...

Vai rolar a festa!

                                                                     
          Existe coisa mais estressante que organizar festa? Cobrar dinheiro das pessoas, comprar as comidas e bebidas, fazer todos os cálculos pra que tudo dê certo no final... é um saco! Mas, no final das contas - e coloca contas nisso! - tudo isso se converte no sentimento gostoso de dever cumprido.
           Nem todo mundo tem paciência ou competência ou disponibilidade, ou a mistura desses três, suficiente para organizar uma festa. É saber tratar com gente e dinheiro. Saber administrar a situação. Saber aguentar as más línguas mesmo depois do 'trabalho' ter sido bem feito. É saber que vai se estressar, mas mesmo assim assumir o compromisso, pela certeza de estar contribuindo da melhor forma possível.


            Amanhã tem reencontro do pessoal que estudou 3° ano comigo. Me orgulho pelo fato de termos concluído em 2008 e até agora ainda estarmos nos revendo e levando essa amizade à frente. Eu não escolhi. Quando vieram me avisar da festa, já foram dizendo que eu iria organizar, junto com uma amiga. Assumi o compromisso, me esforcei, me estressei. Estou estressada. Agora é esperar pelo 'sentimento de dever cumprido'. rs. E que ele venha!

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Como assim?

             Para lucrar, o mercado [lojas, empresas, empresários] encontra diversas maneiras. Seja com juros 'invisíveis' a primeira vista, com promoções fajutas ou com propostas tentadoras...esse pessoal sempre encontra um jeitinho de nos seduzir. Mas investir em propaganda e outras formas de divulgação também é um bom caminho para garantir o lucro, além de ser um caminho mais digno. Acho admirável quem sabe divulgar seu negócio, sabe fazer escolhas certas pra que o seu empreendimento cresça. Dizem que propaganda é a alma do negócio. Acho que não apenas isso. Não tem 'boca a boca' que seja derrubado por outdoor, faixa, comercial, nem nada do tipo. Talvez AGRADAR seja a alma do negócio.

              Minha fatura da unimed chegou, com vencimento pra 5 de fevereiro, mas já com valor pra faixa etária de 19-23 anos. Como assim? Eu tenho 18, bem! E só completo dia 22 de fevereiro! Fui lá reclamar. Justificativa? "A faixa etária - e consequentemente o preço - muda no mês em que se completa ano, não pelo vencimento da fatura, nem pelo dia do aniversário, especificamente." Ok. Além de ficar mais velha vou ter que pagar uns 30 reais a mais por uma idade que nem completei ainda. Miseráveis!

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Dorme, neném.

Encostei, dormi. Quem nunca passou por isso? O cansaço, a preguiça ou o próprio sono nos deixam 'entregues'. Deitar e, de cara, dormir é bom demais! Apesar de não gostar de me sentir cansada, gosto de ao final do dia sentir um pouco dessa sensação, pra ter certeza que o dia realmente valeu a pena e pra poder aproveitar a noite de sono ao extremo.

Nessas férias, dormir - que deveria ser a solução - tem se tornado um problema. Acordo muito tarde, perco a manhã toda e fico angustiada por isso. Quando chega a noite to totalmente sem sono, e invado a madrugada DIARIAMENTE. Vou deitar porque é o jeito e fico mais de meia hora deitada contando carneirinhos, bois, vacas e todo o resto dos bichos pra conseguir realmente dormir...é frustrante!

Mas prometo a mim mesma que vou regular meus horários... segunda! rs

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Ser mulher

            Mudar a cor do esmalte, o corte do cabelo ou até o estilo das roupas faz parte da rotina da mulher. Ser mulher é bem complicado e requer mudanças externas que acompanhem as internas. Dizem que mulheres são complicadas, mas se você parar pra reparar nos nossos detalhes com certeza vai conseguir nos decifrar. Mantemos uma 'armadura' constante, porque parece que já nascemos traumatizadas de 'ter traumas'. Temos medo de amar, medo de errar, medo de nos machucarmos... temos medo de ter medo! Só precisamos de alguém que nos dê segurança suficiente pra que a gente dê passos firmes. 
           E esse alguém não precisa ser necessariamente nosso(a) parceiro(a). Às vezes precisamos apenas de uma amiga, ou de um colega que nos entenda, que dê razão as nossas loucuras... Conversar é nosso forte! E é através das conversas e dos gestos que se deve 'ir' para conhecer nossos segredos. Ser mulher, ainda que complicado, é algo fantástico. Eu sou. E amo ser.