sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Direto da horta pra sua casa

             O lema comumente utilizado na divulgação da parte de frutas e verduras dos supermercados nunca havia feito tanto sentido. Fui ao sítio dos meus avós hoje a tarde e minha mãe foi preparar uns pratos pra levar pra um jantar na casa da minha tia. No vai e vem de facas, frutas, legumes e receitas, sentiu-se falta de coentro.
            Fomos à casa da vizinha que, segundo minha vó, vendia os 'produtos' de sua própria horta. Mas nem eu meu maior devaneio imaginei que a história do 'direto da horta pra sua casa' seria levada tão ao pé da letra. Primerio achei curioso a comunicação entre quem está fora e quem está dentro de casa. O famoso 'ô de casa / ô de fora' existe mesmo! Eu posso estar parecendo uma patricinha urbana, mas foi a primeira vez que eu vi isso acontecer fora deuma brincadeira, com tanta originalidade.
 
           E pra completar o episódio, ao perdirmos 2 reais de coentro lá foi a mulherzinha arrancado os 'pézinhos' direto da hortinha no final do terreno da casa. Quer mais fresquinho que isso? hahaha Muito mais saudável, muito mais legal e ainda muito mais barato. Coisinhas e costumes simples, mais deuma particularidade deliciosa como essa, é que vão se perdendo no caminho 'da horta à casa' e tornando a vida urbana menos mágica...

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Questão de saúde

        Hoje finalmente deixei de preguiça e fui ligar para médicos de diversas áreas com os quais preciso me consultar. Tenho observado que eistem 4 formas básicas de se conseguir uma consulta médica:

 1- Através de plano de saúde [às vezes caro, às vezes funciona, às vezes não...]
2- Através do SUS (demora, mas funciona)
3- Através da indicação de alguém (típico jeitinho brasileiro) 
4- Consulta particular (pode custar caro ou não, mas você provavelmente vai ter que arcar com exames caros)

       Reparei também o quanto varia o preço das consultas entre profissionais diferentes na mesma área - um exemplo foi com ginecologistas: em uma a consulta era 50 reais, na outra 180 - e também no mesmo profissional, dependendo de outros fatores. Um exemplo para a diferença de preços em um mesmo profissional é de onde partiu o seu requerimento, ou também se o médico oferece consultas populares, convênio com sindicatos ou coisas do tipo.
       Portanto, minha dica é a pesquisa! Ainda que a saúde seja algo de extrema importância, às vezes a economia de uma consulta já pode servir para pagar um exame e por aí vai. Mas antes de preocuparem-se com preço procurem se informar sobre o histórico do profissional. E, por fim, vale dizer que nem todo profissional caro é bom, e nem todo barato é ruim. Portanto, investiguem, procurem saber!
       Afinal, com saúde não se brinca!

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Calor da mulesta!

                E eu que pensei que dessa vez estaria livre, hoje reparei que os incômodos 'carocinhos de calor' já haviam aparecido no meu pescoço. Esse verão veio com tudo e mais um pouco, trazendo um calor quase que insuportável, dia e noite. Eu, particularmente, até gosto de calor, mas só quando tenho um chuveirão, uma piscina, um mar ou ainda que seja uma mangueira por perto. 
               Sempre que faz muito calor eu fico com esses carocinhos. E os últimos dias tem sido impiedosos comigo... Mas que o verão continue forte, pra que eu aproveite minhas férias com muita praia e muita coca-cola gelada! E lógico, se calor representar sol, que representar por sua vez bronze, tamo aí! hahahaha

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Gatas da academia

            Não existe ambiente mais sujeito à fofocas, mau olhado e inveja que uma academia. Acho incrível a vontade das pessoas - vou especificar aqui as mulheres - de tentarem ser melhores que  as outras só por terem centímetros de cintura a menos ou centímetros de perna a mais.
           O que leva alguém a achar que isso é realmente diferencial pra ser melhor ou pior que outra pessoa? Ignorância pura! É mentirinha pra um lado, olhar tronxo pro outro...Chuta que é macumba! Principalmente nessa época de verão, que as academias lotam e a mulherada quer ficar bonitona, é que a 'disputa', ainda que fútil, fica mais acirrada.
           Enquanto isso na sala de justiça vou sendo simpática com todas (malho numa academia só pra mulheres) e me benzendo bem antes de cada treino. rs. Vai que o mau olhado pega...


Saravá, meus queridos!


PS: Achei essa foto na internet, a toa. Muito boa! E talvez explique, por si só, o desejo voraz das mulheres de conseguirem as tão sonhadas curvas...vá saber, né! kkkkkkkkk
         

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Vazio

              Nada a declarar, nada a comentar... Um dia comum, trânsito maluco, chocolate, televisão, academia. Estou um pouco inquieta. Tenho necessidade de viver coisas novas sempre, e um diazinho sequer que tenha cara de rotina já me deixa com esse vazio.
              Ademais, to com uma dor nas costas. Fui ajeitar a minha posição na máquina no meio do exercício, com 120 kg suspensos pelas pernas. Resultado: dor! Eu não queria falar de mim, mas é o que minha cabeça tem pra hoje. E postar todo dia faz parte de uma meta pra 2011. Portanto, me ignorem. rsrs

Beijo grande.

domingo, 2 de janeiro de 2011

Porra, Alagoas!

            Hoje senti vergonha pelo meu estado. Eu que faço uma ótima propaganda das paisagens, do povo daqui, enfim, de todo o sentimento que Alagoas desperta nas pessoas que a visitam, me vi diante de uma verdade quase que inacreditável, e tive que aceitar.
            Uns amigos vindos de SP reservaram o dia pra fazer o passeio à ilha Carlito, situada na Lagoa Mundaú, bastante conhecida aqui no estado. Segundo eles, na ida à ilha foi tudo certo, todos muito bem acomodados na escuna, apesar de que ela já havia saído com atraso de uma hora e meia.
            Entretanto, o pior estava por vir! Na volta, a pessoa responsável pela escuna e consequentemente, pelo passeio, encheu a embarcação de gente, superlotando-a com mais de 10 pessoas acima do permitido. Diante disso, o pessoal se recusou a arriscar a vida, com 2 crianças, atravessando toda a lagoa. Recusaram-se com razão. Sugeriram que fosse levado metade das pessoas e depois o resto, já que haviam pago antecipadamente, e pelo transporte seguro. Mas nada feito. Resultado: a escuna foi embora e deixou eles lá, presos na ilha!
            Tiveram que pagar a travessia e ainda ligar pra que alguém de Maceió fosse buscá-los! E o pior nem foi isso... ao ligar pra capitania dos portos pra denunciar a superlotação, acreditem, o pessoal da capitania disse que não poderia fazer nada por eles, porque só podem agir diante de acidentes. ABSURDO! Esperar as consequências para então corrigir as causas? Esperar que alguém morra pra tomar alguma providência?
             Por essas e outras que o estado não vai pra frente... O governo não valoriza nem os turistas, nem o pessoal da terra. Não impõe regras, não fiscaliza! Aí fica difícil, ne?

sábado, 1 de janeiro de 2011

Já chegastes?


            2011 chegou pra mim quase que despercebidamente. Quando eu fui pensar em fazer minha contagem regressiva, o ano já havia rompido, os fogos já iluminavam o céu, as pessoas se abraçavam e eu estava ali, meio em transe, sem saber direito o que fazer.
          Logo após a virada em si, dancei, cumprimentei os amigos e a família e quando cansei, sentei e fiquei observando o comportamento das pessoas diante do início deste novo ciclo, deste novo ano.
          Qual é o real motivo para tantos festejos? Os dias continuarão os mesmo, os afazeres, os compromissos, os amigos, a rotina, a família...tudo continuará do mesmo jeito. Conheço gente que viajou bons quilômetros pra passar o reveillon em um lugar x, e conheço também gente que ficou em casa, tratando a noite da virada como uma noite qualquer.
         Talvez a magia do reveillon não esteja em completar um ano e iniciar-se outro, mas esteja na questão da tradicional fase em que todos 'fecham pra balanço'. É período de férias e feriados, de organizar o corpo, a alma, a mente... eu acho a festa do reveillon muito importante, principalmente por ver os sonhos e desejos se renovando.
         Mas, acredite, ano novo não significa vida nova. Não existe um portal para uma nova vida no reveillon. Existe, entretanto, dentro de cada um a possibilidade de mudar, e cabe a cada um decidir se a mudança é viável ou não.